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A arte da escuta ativa

Saber ouvir é, de fato, uma arte.

 

Por mais que a psicologia seja uma ciência, com método e sistemática, ouvir, entender e acolher transcende a exatidão da ciência e recai sobre a humanidade, tão bem representada pela arte.

 

Ainda mais nos dias de hoje, em que as pessoas têm opiniões formadas, que são amplamente divulgadas nas redes sociais (mesmo que não tenham sido solicitadas). Nos desacostumamos a prestar atenção no que os outros querem nos dizer.

 

As pessoas passam a ser invisíveis no dia a dia, inclusive, cujas dores ficam invisíveis e guardadas a sete chaves, sem ter com quem serem compartilhadas.

 

Por vezes, temos vontade de gritar, xingar, desafogar as lágrimas, desapertar o nó da garganta, e botar para fora tudo o que está embrulhado no estômago. Para a maioria, não é fácil nos libertarmos desse lixo tóxico que gera dores, distúrbios e os mais variados sentimentos.

 

Escutar é uma habilidade que deve ser lapidada através dos anos, em que o ego passa a dar espaço ao cuidado com o outro. É um exercício permanente, que na forja da vida, pode demorar alguns bons anos para termos algo semelhante a uma capacidade de escuta. E que continuará a ser moldado e construído dia a dia.

 

O poeta Rubem Alves cunhou o termo “escutatória” em uma crônica publicada no livro O Amor que Acende a Lua, lá ele diz:

“O que as pessoas mais desejam é alguém que as escute de maneira calma e tranquila, em silêncio, sem dar conselhos”. E completa: “A fala só é bonita quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta. É na escuta que o amor começa. E é na não-escuta que ele termina”. É o que os orientais chamam de ‘uma atitude zen’.

E isso nada mais é do que um dos muitos aspectos da terapêutica da psicologia. A ideia é ouvir atentamente o outro, dando total liberdade para falar de seus problemas, dores, traumas.

 

Agora, pasmem, existem poucas pessoas (e profissionais) disponíveis e interessadas a prestar esse tipo de atenção e oferecer o tratamento correto na psicoterapia.

 

Quantas vezes não ouvimos aqui que o profissional começou a “desfiar” seus próprios problemas para o paciente?

 

Enfim, o que podemos dizer é que a psicologia não é “desabafar” com um amigo, é deixar que suas dores sejam exteriorizadas para que, juntos, possamos encontrar o melhor caminho para curá-las. E a forma mais simples e humana dessa temática terapêutica acontecer é por meio da fala.

 

Aqui na Vital, você encontrará esse espaço de escuta ativa, qualificada e acolhedora que você vem buscando e que tanto merece!

 

Nos chame pelo nosso whatsapp e saiba mais.

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